Ultimamente temos lido alguns textos de Fernando Sabino. Vocês(alunos) têm gostado bastante, principalmente do conto "O Homem nu". Achei no Youtube um trecho de entrevista muito bacana do escritor. Sabino foi iluminado e sábio em sua fala. Salve, Fernando Sabino!
Este espaço é destinado a publicações de textos produzidos pelos alunos da escola Nações Unidas,além de outras formas de comunicação como fotos, vídeos e desenhos.Os "navegadores" também encontrarão aqui dicas de leituras e autores importantes!-Departamento de Língua Portuguesa-
quarta-feira, 20 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
TRIO TERNURA
Texto elaborado a partir de mote de da crônica "Os Condôminos", de Fernando Sabino.
Licanor, Sakunumo e Bobby eram três amigos inseparáveis. Eles moravam num bairro muito conhecido nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, esse bairoo era o Brooklyn.
Lá eles eram muito conhecidos, todos os chamavam de Trio Ternura. Esse apelido era meio irônico, piada, pois os meninos eram os reis da peripécia, esses moleques estavam sempre aprontando alguma coisa. O mentor do trio era o Licanor, o mais velho e também o mais esperto dos três. Como de costume, Licanor resolveu aprontar mais uma de suas peripécias.
Licanor inventou uma festa. Para isso acontecer, precisava de um lugar. Daí Sakunumo e Bobby deram-lhe a ideia de fazer a festa num antigo apartamento. Quando eles chegaram no lugar, a porta estava aberta. Foi só os três surgirem e arriscarem uma espiada para a sala, o dono do lugar saltou da mesa para ver quem estava entrando em seu território.
Os três "arregalaram" os olhos e saíram correndo. À saída, notaram que o prédio não tinha elevador, então pularam do segundo andar e nunca mais voltaram ou tentaram fazer festinhas naquele lugar.
Texto elaborado pelos alunos Pablo e Gian da turma 82.
O EDIFÍCIO
Texto livremente inspirado na crônica "Os Condôminos", de Fernando Sabino.
Foi num dia de semana, numa quinta-feira. Tive que me acordar cedo, às 8horas para ir até a casa de minha tia, pegar um livro que tinha esquecido por lá, depois, à tarde, fui à escola.
Quando cheguei na casa de minha tia, notei que algo estava estranho. Percebi que estava acontecendo alguma coisa que não acostumava acontecer. Estava acontecendo uma traição! A porta estava aberta. Foi só eu surgir e arriscar uma espiada para a sala, e meu tio saltou da mesa para receber-me. Ele estava conversando com uma mulher na sala do apartamento.
Peguei meu livro e fui embora, à saída lembrei, de passagem, que o edifício não tinha elevador. Quando estava descendo as escadas, minha tia estava subindo. Fiquei sem saber o que fazer na hora em que a vi. No momento, inventei uma desculpa e pedi para que ela me levasse de carro até o colégio. Ela estranhou, mas viu que eu estava nervosa e acabou me levando.
Até hoje não sei se ela percebeu que estava sendo enganada pelo marido. Só sei que depois disso, nunca mais estive lá.
Texto elaborado pelas alunas Alessandra e Luana da turma 82.
UMA NOITE NO EDIFÍCIO
O texto a seguir foi elaborado a partir de mote da crônica "Os Condôminos", de Fernando Sabino.
Numa noite, eu e minha família seguíamos na avenida Monteiro Lobato, quando avistamos um prédio e de lá ouvíamos gritos de um senhor. Ele pedia socorro, pois estava passando mal e, imediatamente, corri em direção ao edifício.
Quando entrei, notei que o prédio era assombrado e também muito escuro. Desesperada, segui para as escadas, quando cheguei no andar dos gritos, olhei e a porta estava aberta. Foi só eu surgir e arriscar uma espiada para a sala, o dono da casa saltou da mesa para receber-me. Peguei o senhor no colo e saí correndo com ele nos braços. Dei de cara com um tipo de fantasma no corredor e deixei o senhor cair de meus braços e saí gritando: "Socorroooooooooo". Foi então que me lembrei do senhor e voltei para pegá-lo.
Quando ia em direção do elevador à saída notei, de passagem, que o edifício não tinha elevador. Desci as escadas correndo. Depois, levei o senhor ao hospital para deixá-lo em repouso. Fui embora para, em breve, visit-a-lo.
Texto desenvolvido pelas alunas Alessandra, Maria Júlia e Mayara da turma 83.
terça-feira, 28 de abril de 2009
"O RESTO É SILÊNCIO"
Vinicius Montes era atendente da livraria do Globo, era muito fã do escritor Antônio Santiago, sempre estava com um de seus livros em baixo do braço. Quando o serviço diminuia, Vinicius com certeza lia as histórias de Santiago.
Algumas pessoas inventaram que Vinicius Montes era homossexual, pelo fato dele não ter namorada e, também, por colecionar todas as fotos e notícias que saíam a respeito de seu ídolo, Antônio Santiago. O autor, por sua vez, nunca cogitou a existência desse livreiro. Amigos e colegas de trabalho começaram a estranhar alguns comportamentos estranhos de Vinicius.Nos últimos tempos, o livreiro só falava no seu ídolo, as pessoas estranhavam, mas também nem davam importância.
Todo o dia, oito horas da manhã, Vinicius fazia a mesma coisa. Pegava o trem para ir ao trabalho, sempre lendo um livro. Só que numa manhã foi diferente: Vinicius avistou o trem se aproximando, imediatamente foi para os trilhos e lá ficou até o trem vir e não conseguir parar. Agora, em volta dele, havia uma multidão... logo chegou a polícia, que acabou isolando o local. Ninguém sabia o motivo que levara aquele homem a tomar tal atitude, todos estavam curiosos.
Em cima de um banco, acharam um livro e dentro dele uma carta dizendo: "Com tantas críticas e mentiras sobre mim, fiquei sem saída, não aguentava mais viver, gostaria de um minuto com o meu maior ídolo, que talvez entendesse o que estou passando. Não sou o que dizem, até gosto de uma garota, então passo o meu tempo lendo e refletindo com os livros de Antônio Santiago. Adeus".
Texto livremente inspirado na história "O Resto é Silêncio" de Erico Verissimo. A produção textual foi feita pelas alunas Nathalia e Giuliany da turma 81.
domingo, 19 de abril de 2009
ANTES QUE O MUNDO ACABE-dica de leitura
Quero comentar sobre este livro do autor Marcelo Carneiro da Cunha, o mesmo que escreveu os ótimos "Codinome Duda", "Duda 2, a missão", "Insônia" e outros. "Antes que o Mundo acabe"(editora Projeto), é uma história muito bacana. Ao lê-lo, vamos adentrando no mundo de Daniel, guri de 16 anos, que mora numa cidade do interior e vive com uma mãe bastante "chorona" e uma vó bastante "dura".
A vida de Daniel começa a mudar quando seu pai (ausente) resolve se corresponder com ele, o encontro dos dois se dá através de cartas. Daniel vai conhecendo o mundo nesse diálogo com o pai, todas as cartas que o guri recebe vêm com fotos de várias regiões do mundo, lugares que seu pai fotografou.
O leitor, assim como o personagem Daniel, vai verificando através das falas e das imagens, a beleza do mundo e suas diferenças. O leitor percebe que, muitas vezes, a distância é uma forma de reaproximação. Vale a leitura. O livro é tocante.
A vida de Daniel começa a mudar quando seu pai (ausente) resolve se corresponder com ele, o encontro dos dois se dá através de cartas. Daniel vai conhecendo o mundo nesse diálogo com o pai, todas as cartas que o guri recebe vêm com fotos de várias regiões do mundo, lugares que seu pai fotografou.
O leitor, assim como o personagem Daniel, vai verificando através das falas e das imagens, a beleza do mundo e suas diferenças. O leitor percebe que, muitas vezes, a distância é uma forma de reaproximação. Vale a leitura. O livro é tocante.
terça-feira, 14 de abril de 2009
MEUS PROFESSORES
Trabalhando um texto sobre profissionalização, mercado de trabalho, especialização e outras coisas do gênero, surgiu, por parte dos alunos, a vontade de saber como nasceram determinadas escolhas profissionais de algumas pessoas. A ideia inicial foi fazer uma enquete, abordando várias áreas de conhecimento. Questões como: houve alguma influência familiar na decisão? Que curso técnico precisou fazer? Que faculdade? Com quantos anos descobriu sua vocação? Enfim, essas minúcias. Mas a curiosidade maior ficou mesmo no âmbito da escola. Os alunos resolveram saber, com seus professores, os motivos que os levaram a ingressar na carreira docente. Bem, começa agora a série MEUS PROFESSORES. O primeiro depoimento é da professora Tânia Bretanha, responsável pela disciplina de Educação Artística.
O registro em vídeo e sua publicação foi autorizado pela professora. Alunos participantes: Chríschina Ferreira, Jéssica Batista, Maiara Marques, Moisés Rodrigues e Natacha Silveira.
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Centenario do Sport Clube Internacional
Parabéns ao time e a todos os seus torcedores! O Internacional faz parte de nossa história gaúcha. COLORADOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!
segunda-feira, 30 de março de 2009
ENTREVISTA
Acredito, cada vez mais, que muitas vezes convivemos com as pessoas e sabemos pouco a respeito delas. Esta situação pode acontecer na nossa casa, em nosso trabalho, na nossa escola... Atualmente, quase não paramos para conversar, estamos sempre com pressa.
Trabalhando com algumas turmas, mais especificamente sobre o tema: "texto informativo (entrevista)", entre alguns debates, consideramos legal tornar a aula mais prática e dinâmica. Resolvemos fazer uma entrevista de perfil - tipo de entrevista que serve para mostrar como uma pessoa vive, enfatizar a personalidade de alguém. Decidimos, então, escolher um colega que todos gostariam de saber algo mais a respeito.
Nossa primeira entrevistada é a aluna Maria Júlia da turma 83, que foi escolhida por votação feita em sala de aula. Além de saber, conhecer um pouco mais sobre as opiniões da Júlia, desenvolvemos um bom trabalho de caráter comunicativo, o qual a interação dinâmica entre entrevistadores e entrevistada foi a grande pauta de nosso estudo. Todas as perguntas feitas à entrevistada foram previamente elaboradas por todos os alunos. O vídeo é uma amostra do nosso trabalho.
Parabéns para a turma 83 pela bela participação!
Educação Artística

A pequena amostra de desenhos aqui apresentados são feitos por todas as turmas das séries finais. A aula é ministrada pela professora Tânia Bretanha que, há muito, desenvolve um belíssimo trabalho na nossa escola. Além de orientar os alunos, é uma colaboradora de vários eventos como decoração da escola para festas, formaturas, além de desenhar o figurino do nosso grupo de dança.
Desenho da aluna Michele Bitencourt da turma 71
domingo, 29 de março de 2009
Novas regras da ortografia- Algumas dicas
Os ditongos abertos ÉI E ÓI não são mais acentuados em palavras paroxítonas.
Como era: Assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, paranóica, jibóia, heróico...
Como ficou: Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, paranoica, jiboia, heroico...
Nos ditongos abertos de oxítonas terminadas em ÉI, ÉU e ÓI e em monossílabas, o acento continua.
Assim: Herói, constrói, anéis, papéis, troféu, chapéu...
Pessoal, por enquanto, é isso! Daqui uns dias, mais dicas!
Como era: Assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, paranóica, jibóia, heróico...
Como ficou: Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, paranoica, jiboia, heroico...
Nos ditongos abertos de oxítonas terminadas em ÉI, ÉU e ÓI e em monossílabas, o acento continua.
Assim: Herói, constrói, anéis, papéis, troféu, chapéu...
Pessoal, por enquanto, é isso! Daqui uns dias, mais dicas!
ÁGUA
Oi, meu nome é Água! Vim aqui para dizer que estou adoecendo de tanto as pessoas jogarem lixo em mim. Os humanos não sabem o quanto sou importante, ao menos parecem não saber. Posso até não ser um rubi, diamante ou esmeralda, mas também sou um tesouro, porque sou essencial para a vida humana.
Apesar disso, continuam me poluindo, jogando lixo e outros tipos de resíduos tóxicos, mesmo sabendo que estou quase escassa em muitas partes do mundo. As pessoas sabem o quanto sou importante e que represento apenas 2,5% do total de água no mundo, mesmo assim não evitam em me desperdiçar. Não sei porque as pessoas insistem nisto: lavam carros com mangueiras ao invés de usar baldes, demoram nos banhos ou tomam banhos sem desligar o chuveiro, ah, essas coisas.
Há muitos tipos de desperdício. Você sabia que para cada copo sujo, precisa-se o equivalente a dois para lavá-lo? Ou, se deixar uma torneira mal fechada, desperdiça, em média, 40 litros de água por dia? Aqui no Brasil há bastante água, mas as pessoas, na maioria, não sabem usá-la. Há regiões em nosso país com problemas de seca, as pessoas dependem de caminhões-pipa para ter um pouquinho de água...
Fico pensando: será preciso uma grande tragédia acontecer para as pessoas se conscientizarem? É preciso refletir sobre o que estão fazendo com a água e aprender a valorizá-la.
Texto do aluno Jefrey da turma 62. Tema: Dia Mundial da Água.
EU SOU ÁGUA
A muito, muito tempo atrás, eu era bem feliz! Nunca fui incomodada pelos humanos, gostava de ficar nos rios, lagos, arroios, oceanos... É, um dia eu fui bem limpinha, mas agora os tempos são outros.
Os humanos me desperdiçam.Limpam calçadas, lavam os carros, tudo na base do desperdício. Eu vim para ajudar o homem a sobreviver e não para ser gasta desta maneira! Tenho que ser bem preservada, sou como as pessoas e os animais, se não for bem cuidada, acabo morrendo. Estou sendo muito maltratada pelas pessoas, muitos jogam sujeira em mim, recebo lixo tóxico de indústrias. Alguns tentam me ajudar, me levam para estações de tratamento, me filtram, me misturam com cloro, mas fico muito diferente de como era originalmente.
Sabe, gostaria que algumas pessoas ficassem em meu lugar para ver como eu me sinto, o quanto sofro. Gostaria mesmo que as pessoas se "ligassem" que no planeta só há 2,5% de água doce e o restante é água salgada. Há tantas lugares do mundo sofrendo com a falta de água, já não dou mais conta!
Eu estou pedindo socorro. Não me desperdicem, não joguem mais lixo em mim, antes que seja tarde demais.
Texto da aluna Indiana Ramos da turma 62. Tema: Dia Mundial da Água.
Os humanos me desperdiçam.Limpam calçadas, lavam os carros, tudo na base do desperdício. Eu vim para ajudar o homem a sobreviver e não para ser gasta desta maneira! Tenho que ser bem preservada, sou como as pessoas e os animais, se não for bem cuidada, acabo morrendo. Estou sendo muito maltratada pelas pessoas, muitos jogam sujeira em mim, recebo lixo tóxico de indústrias. Alguns tentam me ajudar, me levam para estações de tratamento, me filtram, me misturam com cloro, mas fico muito diferente de como era originalmente.
Sabe, gostaria que algumas pessoas ficassem em meu lugar para ver como eu me sinto, o quanto sofro. Gostaria mesmo que as pessoas se "ligassem" que no planeta só há 2,5% de água doce e o restante é água salgada. Há tantas lugares do mundo sofrendo com a falta de água, já não dou mais conta!
Eu estou pedindo socorro. Não me desperdicem, não joguem mais lixo em mim, antes que seja tarde demais.
Texto da aluna Indiana Ramos da turma 62. Tema: Dia Mundial da Água.
sábado, 28 de março de 2009
AVISO IMPORTANTE
Para os alunos que se interessam por música, há um projeto bem legal da Secretaria de Educação, Secretaria de Cultura, da Ospa, da Famurs e da Prefeitura de Porto Alegre. O projeto consiste em criar a Orquestra de Câmara Jovem do Rio Grande.
Como funciona?
Alunos de 10 a 14 anos das escolas públicas podem se inscrever. A renda familiar deve ser de até 3 salários mínimos. As inscrições são feitas nas escolas, até o dia 17 de abril. O aluno será submetido a testes musicais entre os dias 4 e 15 de maio. Após os testes, os adolescentes selecionados integrarão uma turma de 45 alunos. Como suporte para se manter no curso, o projeto proporciona as passagens escolares, lanche diário, bolsa-auxílio de R$130,00.
Para maiores informações, procure a equipe diretiva da escola.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
237 ANOS!
PARABÉNS, PORTO ALEGRE!
Abaixo, letras de canções que homenageiam a cidade e, também, textos de alunos que falam sobre Porto Alegre.
Deu pra ti! (Kleiton e Kledir Ramil)
Deu pra ti
Baixo astral
Vou pra Porto Alegre
Tchau!
Quando eu ando assim
meio down
Vou pra Porto e bá!
Tri legal
Coisas de magia,
sei lá
Paralelo 30
Alô tchurma do Bonfim
As gurias tão tri afim
Garopaba ou Bar João
Bela dona e chimarrão
Que saudade da Redenção
Do Fogaça e do Falcão
Cobertor de orelha pro frio
E a galera do Beira-Rio
Baixo astral
Vou pra Porto Alegre
Tchau!
Quando eu ando assim
meio down
Vou pra Porto e bá!
Tri legal
Coisas de magia,
sei lá
Paralelo 30
Alô tchurma do Bonfim
As gurias tão tri afim
Garopaba ou Bar João
Bela dona e chimarrão
Que saudade da Redenção
Do Fogaça e do Falcão
Cobertor de orelha pro frio
E a galera do Beira-Rio
Porto Alegre é demais (José Fogaça)
Porto Alegre é que tem
Um jeito legal
É lá que as gurias etc... e tal
Nas manhãs de domingo
Esperando o Gre-Nal
Passear pelo Brique
Num alto astral
Porto Alegre me fazTão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Quem dera eu pudesse
Ligar o rádio e ouvir
Uma nova cançãoDo Kleiton e Kledir
Andar pelos bares
Nas noites de abril
Roubar de repente
Um beijo fadio
Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Porto Alegre é demais!
Um jeito legal
É lá que as gurias etc... e tal
Nas manhãs de domingo
Esperando o Gre-Nal
Passear pelo Brique
Num alto astral
Porto Alegre me fazTão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Quem dera eu pudesse
Ligar o rádio e ouvir
Uma nova cançãoDo Kleiton e Kledir
Andar pelos bares
Nas noites de abril
Roubar de repente
Um beijo fadio
Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz
Porto Alegre é demais!
Ramilonga (Vitor Ramil)
Chove na tarde fria de Porto Alegre
Trago sozinho o verde do chimarrão
Olho o cotidiano,
sei que vou embora
Nunca mais, nunca mais
Chega em ondas a música da cidade
Também eu me transformo numa canção
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí,
por aí
Ramilonga, Ramilonga
Sobrevôo os telhados da Bela Vista
Na Chácara das Pedras vou me perder
Noites no Rio Branco,
tardes no Bom Fim
Nunca mais, nunca mais
O trânsito em transe intenso
antecipa a noite
Riscando estrelas no bronze do temporal
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
O tango dos guarda-chuvas na Praça XV
Confere elegância ao passo da multidão
Triste lambe-lambe, aquém e além do tempo
Nunca mais, nunca mais
Do alto da torre a água do rio é limpa
Guaíba deserto, barcos que não estão
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
Ruas molhadas, ruas da flor lilás
Ruas de um anarquista noturno
Ruas do Armando,
ruas do Quintana
Nunca mais, nunca mais
Do Alto da Bronze eu vou pra Cidade Baixa
Depois as estradas, praias e morros
Ares de milonga
vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
Vaga visão
viajo e antevejo a inveja
De quem descobrir a forma com que me fui
Ares de milonga sobre Porto Alegre
Nada mais, nada mais
Trago sozinho o verde do chimarrão
Olho o cotidiano,
sei que vou embora
Nunca mais, nunca mais
Chega em ondas a música da cidade
Também eu me transformo numa canção
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí,
por aí
Ramilonga, Ramilonga
Sobrevôo os telhados da Bela Vista
Na Chácara das Pedras vou me perder
Noites no Rio Branco,
tardes no Bom Fim
Nunca mais, nunca mais
O trânsito em transe intenso
antecipa a noite
Riscando estrelas no bronze do temporal
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
O tango dos guarda-chuvas na Praça XV
Confere elegância ao passo da multidão
Triste lambe-lambe, aquém e além do tempo
Nunca mais, nunca mais
Do alto da torre a água do rio é limpa
Guaíba deserto, barcos que não estão
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
Ruas molhadas, ruas da flor lilás
Ruas de um anarquista noturno
Ruas do Armando,
ruas do Quintana
Nunca mais, nunca mais
Do Alto da Bronze eu vou pra Cidade Baixa
Depois as estradas, praias e morros
Ares de milonga
vão e me carregam
Por aí, por aí
Ramilonga, Ramilonga
Vaga visão
viajo e antevejo a inveja
De quem descobrir a forma com que me fui
Ares de milonga sobre Porto Alegre
Nada mais, nada mais
Horizontes (Flavio Bica)
Há muito tempo que ando
Nas ruas de um porto não muito alegre
E que no entanto
Me traz encantos
E um pôr-de-sol lhe traduz em versos
De seguir livre muitos caminhos
Arando terras,
provando vinhos
De ter idéias de liberdade
De ver amor em todas idades
Nasci chorando, moinhos de vento
Subir no bonde, descer correndo
A boa funda de goiabeira
Jogar bulita, pular fogueira
Sessenta e quatro,
sessenta e seis,
sessenta e oito um mau tempo talvez
Anos setenta não deu pra ti
E nos oitenta não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
Em homenagem a Porto Alegre
Nas ruas de um porto não muito alegre
E que no entanto
Me traz encantos
E um pôr-de-sol lhe traduz em versos
De seguir livre muitos caminhos
Arando terras,
provando vinhos
De ter idéias de liberdade
De ver amor em todas idades
Nasci chorando, moinhos de vento
Subir no bonde, descer correndo
A boa funda de goiabeira
Jogar bulita, pular fogueira
Sessenta e quatro,
sessenta e seis,
sessenta e oito um mau tempo talvez
Anos setenta não deu pra ti
E nos oitenta não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
não vou me perder por ai
Em homenagem a Porto Alegre
Menino Deus - Caetano Veloso
Menino Deus, um corpo azul-dourado
Um porto alegre é bem mais que um seguro
Na rota das nossas viagens no escuroMenino Deus,
quando tua luz se acenda
A minha voz comporá tua lenda
E por um momento haverá mais futuro do que jamais houve
Mas ouve a nossa harmonia
A eletricidade ligada no dia
Em que brilharias por sobre a cidadeMenino Deus,
quando a flor do teu sexoA
brir as pétalas para o universo
E então, por um lapso, se encontrar no anexoLigando os breus,
dando sentido aos mundos
E aos corações sentimentos profundos de terna alegria no dia
Do menino Deus
Do menino Deus
Do menino Deus
No dia do menino Deus
Canção feita por Caetano Veloso em homenagem ao bairro Menino Deus e também a Porto Alegre
Um porto alegre é bem mais que um seguro
Na rota das nossas viagens no escuroMenino Deus,
quando tua luz se acenda
A minha voz comporá tua lenda
E por um momento haverá mais futuro do que jamais houve
Mas ouve a nossa harmonia
A eletricidade ligada no dia
Em que brilharias por sobre a cidadeMenino Deus,
quando a flor do teu sexoA
brir as pétalas para o universo
E então, por um lapso, se encontrar no anexoLigando os breus,
dando sentido aos mundos
E aos corações sentimentos profundos de terna alegria no dia
Do menino Deus
Do menino Deus
Do menino Deus
No dia do menino Deus
Canção feita por Caetano Veloso em homenagem ao bairro Menino Deus e também a Porto Alegre
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