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segunda-feira, 28 de março de 2011

NAÇÕES UNIDAS 2011

Após exatos 30 dias de início das aulas, retomo, aos poucos, o nosso blog de Língua e Literatura. Espero que 2011 seja um ano cheio de criatividade, ideias e conhecimento.

CONHECIMENTO!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

FELICIDADE CLANDESTINA

O grupo escolheu, para conclusão de trabalho de leitura, o conto de Clarice Lispector. O roteiro foi adaptado pelo grupo da turma 72.

CONTO DE ESCOLA

Roteiro adaptado do conto de Machado de Assis. Todo o trabalho foi elaborado por um grupo de meninas da sétima série (turma 72).

A CARTOMANTE



Curta elaborado a partir de leitura de contos de Machado de Assis. A turma 73 escolheu o conto A Cartomante para finalizar a etapa de leitura, isto é, encenar um dos contos lidos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CEM ANOS DE PERDÃO

CLARICE LISPECTOR


Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, pequena cidade da Ucrânia, e chegou ao Brasil aos dois meses de idade, naturalizando-se brasileira. Criou-se em Maceió e Recife, transferindo-se aos doze anos para o Rio de Janeiro, onde se formou em Direito, trabalhou como jornalista e iniciou sua carreira literária. Viveu muitos anos no exterior, em função do casamento com um diplomata brasileiro, teve dois filhos e faleceu em dezembro de 1977, no Rio de Janeiro. (Texto retirado de edição do livro Felicidade clandestina, editora Rocco).



Em aula, trabalhamos um pouco da literatura de Clarice Lispector. Foram selecionados alguns contos do livro Felicidade Clandestina. Nas narrativas escolhidas, analisamos as personagens, o narrador, o ambiente, as diferenças e semelhanças entre uma história e outra. Um dos contos que fizemos a leitura chama-se Cem Anos de Perdão. Tal história foi adaptada e registrada em vídeo, com a finalidade de ilustrar a leitura. Eis o registro aqui.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MARK TWAIN


Esta semana foi bem legal. Quero agradecer, em especial, as turmas 72 e 73 pela leitura compartilhada. Lemos juntos a novela Um assassinato, um mistério e um casamento, de Mark Twain. Dividimos emoções, expectativas e questionamentos. Grata a todos! Não esqueçam as dicas de outros títulos de Mark Twain que podem ser encontrados na biblioteca de nossa escola. Novas leituras virão e algumas surpresinhas... Aguardemos.


"Coragem é a resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo". Mark Twain

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O ASSASSINATO NA MANSÃO


Numa paisagem com um belo pôr do sol, atrás das árvores, havia uma mansão. Além de existir a mansão, também havia uma história aterrorizante: um homicídio misterioso, com uma só testemunha. Testemunha que ninguém sabe, até hoje, em que lugar está.

Mas não existe só essa história, existem várias. Falsas e verdadeiras. A mansão branca (como a chamavam) tinha seis andares, era praticamente um prédio. Lá trabalhavam a cozinheira, o motorista e o mordomo. Numa noite, o casal rico da mansão ia dar uma festa, o salão luxuoso estava pronto. Os convidados foram chegando, divertindo-se, e a noite passando, e a festa se prolongando.

Depois de comerem a comida, experimentaram a sobremesa: sorvete de flocos com cobertura de chocolate e pedaços de batom, algo inesperado aconteceu! De repente, o casal caiu no chão. Os dois estavam inconscientes. Um outro casal, invejoso e suspeito, teria muita coisa para falar naquela noite, mas, infelizmente, homem e mulher foram embora.

O motorista, a cozinheira e o mordomo foram levar o casal ao médico; tarde demais, eles estavam mortos! O motorista e o mordomo falaram à cozinheira:

- Foi você!

A cozinheira respondeu:

-Não fui eu! Estou aqui ajudando vocês, se tivesse que planejar alguma morte, teria feito um plano para eliminar toda a família!

O motorista para o mordomo:

- É verdade, não há motivo para isso!

O mordomo:

- Então quem foi?


Ninguém soube responder. O mistério continua até hoje. E toda vez que escuto esta história fico com medo. E você, depois de escutá-la, tome cuidado à noite!


Texto da aluna Natlália (Turma 72). Imagem: Edward Hopper- House at Dusk, 1939.

A CASA PARA TURISTAS


Ela é assim: três andares, branca, grande e um pouco antiga. Está ali desde 1945, e tem sido um ponto turístico e cultural muito visitado, desde que eu nasci. Todos os anos, quando chegam as festas, ela se enche de vida e alegria.
Turistas de todas as partes do mundo chegam aqui para fazer uma "visita", aproveitam e ficam para dormir. Obviamente, os viajantes ficam na casa para turistas e eles gostam tanto que marcam para ficar uma semana e, quando estão indo embora, já reservam a volta.
E é assim todo o ano, turistas vêm e vão de toda a parte, e a casa não vai a parte alguma. Quando acaba a época de festas, a casa parece morta, silenciosa, fria, sem vida alguma. Por esses motivos, a prefeitura está querendo destruí-la. Nós, moradores da rua,é claro, protestamos. Ninguém quis nos ouvir, vão colocar tudo abaixo. Vamos sentir muita falta da nossa querida casa para turistas, mas ela sempre estará viva em nossos corações.
Prometemos para cada turista que chegar, que iremos contar-lhes sobre esse lugar. Contaremos todas as belas histórias de nossa querida casa.


Texto do aluno Jefrey (Turma 72). Produção textual elaborada a partir de postais de arte: Edward Hopper: Rooms por tourists 1945.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

EDWARD HOPPER

Edward Hopper nasceu em Nova Iorque no dia 22 de julho de 1882 e faleceu no dia 15 de maio de 1967. Hopper pintava de forma realista, sua abordagem temática, geralmente, era a solidão nos centros urbanos. Suas pinturas lembram o silêncio, há personagens solitários em casas, restaurantes, trens...
Os alunos das sétimas séries produziram textos a partir de pinturas de Hopper, deram voz, criaram histórias a essas personagens. Na medida do possível, os textos serão postados aqui.


A VELHA SENHORA PAIPPER


Em uma bela casa na Philadelphia, mora a família Hopper com seus filhos e com sua empregada chamada Margareth Paipper. Todos os dias, às 6 da manhã, toda a família Hopper levanta-se para cumprir seu dever. As crianças vão para a escola e os pais e a filha mais velha, para o trabalho.

Cada integrante dessa família tem ocupação bem diferente. O pai é pintor, pinta diversos quadros e imagens magníficas; a mãe, a Sra. Hopper, é advogada. A filha mais velha, Gabrielly, tem um salão de beleza. O salão é bem próximo da residência da família. Os Hopper são muito unidos e a empregada Margareth já faz parte da família, afinal trabalha há anos nessa residência e todos gostam muito dela.

Os amigos e vizinhos do Sr. e da Sra. Hopper sempre gostam de estar com eles, principalmente no horário das refeições. Tudo isso por um motivo: todos que já experimentaram, apreciam as comidas e os doces que só Margareth sabe fazer. Até hoje ninguém reclamou, e todos sempre querem mais. No bairro, dona Paipper é conhecida como "mãos de anjo", por preparar quitutes tão deliciosos.

A Sra. Margareth Paipper já está bem velha e já não tem mais a mesma disposição para cuidar do serviço que a casa exige. Por isso Margareth não é mais a empregada, agora é integrante da família também. Os Hopper a convenceram a morar com eles, a ser a "mãezona" de todos. E nessa casa, num recanto da Philadelphia, fica e ficará até seus últimos dias a Senhora Paipper.


Texto da aluna Jéssica Roberta (Turma 73). Redação escrita a partir de postal de arte:Edward Hopper: Apartament Houses, 1923.

BEBER CAFÉ


De manhã cedo, ela acordou e foi a uma cafeteria. Chegando lá, enxergou um rapaz muito bonito, diria, atraente. Ele percebeu seu interesse, pois puxou assunto com ela. Papo vai, papo vem, ele perguntou se ela tinha namorado e a moça, mais que depressa, respondeu:


- Não, mas estou procurando um!

- Ah, eu também estou à procura de uma namorada, bonita igual a você. Será que tenho alguma chance?

- Eu acho que sim.

- Então venha sentar-se aqui ao meu lado para conversarmos melhor!

- Não, acho que é melhor você passar à minha mesa.

- Por mim, tudo bem.

- Como nunca vi você? Onde uma moça tão linda assim mora?

- Eu moro a umas duas quadras daqui, e você?

- Eu moro aqui em cima. Sou o dono dessa Cafeteria.

- Nossa, deve ser muito bom trabalhar aqui.

- Talvez não tenha dito o suficiente sobre mim, mas creio que seja o suficiente para te convidar para sair, quem sabe, jantar comigo. Você aceita?

- Claro que sim!

- Que tal às 22 horas?

- Eu acho ótimo!

- Então vou aguardá-la aqui, pode ser?

- Sim, estarei aqui.


Texto do aluno Pablo Nunes (Turma 73). Criação a partir de Postal de Arte: Edward Hopper: Sunlight in a Cafeteria, 1958.

QUE DIA!


ELE- Graças a Deus. Enfim, Férias!

ELA- É! Eu não aguentava mais!

ELE- Eu acho que ninguém aguentava mais...

ELA- Havia dias que eu pensava que a minha cabeça fosse explodir! Era tanto barulho e bagunça na sala e nos corredores.

ELE- Eu não sei como você não enlouqueceu nesses 16 anos dando aula. Eu, toda vez que os alunos faziam baderna, tinha que sair da sala para pegar um ar. Acho que você deveria fazer isso também.

ELA- Pra você é fácil, né? Há 2 anos que é diretor!

ELE- Não é tão fácil como você pensa. Eu sou responsável por tudo.

ELA- Pelo menos você não tem que ficar 45 minutos dentro de uma sala com esses "capetinhas"!

ELE- É, você tem razão. Tenho que admitir: você é muito determinada e dona de uma paciência sem igual.

ELA- ... É, esta tarde está realmente linda, não acha?

ELE- É, está mesmo.

ELA- Que marca de cigarro você fuma?

ELE- Shelton! E você?

ELA- Eu não fumo. Pretendo viver bastante tempo. Quero poder admirar mais tardes como essas, todo esse verde, durante muitos anos letivos.


Texto da aluna Suelen Pereira (turma 73). Material para escrita (Postal): Edward Hopper: Sunlight on Brownstones, 1956.

PRODUÇÃO TEXTUAL: O TEXTO NO ESPAÇO PRIVADO OU NO ESPAÇO PÚBLICO?

É dever do professor incentivar seu aluno à prática da escrita, não me refiro ao ato puramente "braçal" da cópia, falo do ato fantástico da criação, do exercício da escrita como uma atividade intelectual.
Quando se propõe uma produção textual ao aluno, é preciso abordar temas, debatê-los, preparar o estudante para o assunto que irá desenvolver em sua redação. Obviamente, além disso, cabe ao professor auxiliá-lo a respeito de outros aspectos textuais como a coesão, a coerência, o vocabulário, a estrutura e a correção gramatical. O professor deve posicionar-se como incentivador, esclarecer ao estudante que no ato da escrita sempre é preciso pensar num provável leitor.
Com isso, o aluno deve colocar-se no papel de autor. E para todo o autor há um leitor. De preferência, que esse leitor não seja apenas o professsor. Quanto maior a possibilidade de leitores para o aluno, maior será a sua dedicação e a sua busca por informações. Em tempos de internet, sabendo utilizar de maneira adequada todos os recursos que ela nos disponibiliza, por que não usá-la como uma dinamização da comunicação? Por que não usá-la como uma ferramenta tecnológica a nosso favor?
Vivemos numa época de "abolição de fronteiras", unir a prática da escrita com conhecimentos tecnológicos, é inserir o aluno, contextualizá-lo com a realidade que o cerca (web, cyberespaço,etc.). Por isso, decidimos, inicialmente, desenvolver a criação de blogs com turmas de oitavas séries.
O blog é o espaço textual do aluno. Nesse sistema, o ato de escrever passa pela elaboração da escrita privada, tornando-se, a seguir, texto público. Através dessa experiência, o estudante desenvolve conhecimentos importantíssimos: o exercício da escrita e o conhecimento tecnológico.
"Escrever é produzir conhecimento; Ensinar a escrever é inserir o aluno na produção histórica do conhecimento". Passagem do livro: Ler e escrever-Compromisso de todas as áreas. Editora da UFRGS.
Abaixo, vídeo dos alunos criando os blogs e postando os textos. Atividade de Língua Portuguesa(Professora Sílvia Andrade) e do Laboratório de Informática (Professora Mara Tavares).
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quinta-feira, 8 de abril de 2010

TRABALHO INFANTIL


O trabalho infantil, no Brasil, é muito comum, devido a grande pobreza de inúmeras famílias. A criança é forçada a trabalhar para trazer dinheiro pra casa. Esse trabalho forçado pode trazer muitas consequências na vida da criança.


Muitas vezes, a criança para de frequentar a escola, pois não há tempo para ir, tem que trabalhar seja onde for, perde sua infância e seus estudos. Penso que o trabalho infantil, prejudica muito a vida, priva a criança de muitas coisas, causa traumas. Além de trabalhar, muitas vezes os pequenos envolvem-se com as drogas, levando-os a futuros assaltos, homicídios. São obrigados a serem adultos cedo demais. Assumem responsabilidades que não sabem como lidar, se não as fazem, são ameaçados.


Crianças que trabalham são muitas vezes ameaçadas com xingões, tapas, socos e muitas outras coisas. Isso interfere no desenvolvimento da pessoa no futuro. As crianças têm o direito e o dever de serem tratadas como crianças que são. A infância é a melhor parte da vida, por isso deixe a criança ser criança!


Texto da aluna Isadora da turma 81

TRABALHO INFANTIL


Ainda no Brasil, o trabalho infantil é muito frequente. Muitas crianças trabalham como adultos. Os próprios pais, muitas vezes, exploram seus filhos, colocando-os em sinaleiras para vender doces ou fazer "acrobacias". Para as meninas, há determinados pais que estimulam o ato da prostituição, sem pensar nas consequências que suas filhas sofrerão mais tarde.


Muitos jovens começam a trabalhar muito cedo, pois não têm outra escolha, ou trabalham ou passam fome. Crianças perdem a infância, sendo exploradas no trabalho. Muitas vezes, essas crianças até estudam, mas no final acabam abandonando a escola, além de perderem a aprendizagem necessária, perdem também a sua autoestima.


Penso que, se todo mundo refletisse melhor sobre esse assunto, ninguém aceitaria crianças trabalhando, espero que um dia tudo isso mude, e que todas as crianças aproveitem o máximo de sua infância.


Texto da aluna Jenifer da turma 81

TRABALHO INFANTIL


Os alunos da oitava série tiveram como proposta dissertativa, desenvolver um texto em que abordassem o tema: trabalho infantil. Eis, acima, alguns textos feitos em aula.



Diga não à exploração infantil!

OBRAS DE PICASSO


Foi num dia das férias, em dezembro. Eu estava em casa sem fazer nada, e o tempo ia passando, passando... Quando se aproximou das 18 horas da tarde, minha mãe chegou em casa.


Ela havia passado na biblioteca e pegou um belo livro para mim. Quando li o título, assustei-me. O título era: Obras de Picasso, eu nem esperava. Sem muita vontade de ler, fui adiando, até o dia em que decidi ler. O livro era de tamanho médio, mas tinha muita informação, então resolvi começar minha leitura.


Página vai, página vem, cheguei no meio do livro, estava perfeito. Falava sobre suas obras, sua história, seus trabalhos, e todos os tipos de quadros que ele tentou fazer. A melhor parte foi quando falou do quadro "Guerra e Paz", uma belíssima obra. Fui me envolvendo tanto que acabei me imaginando naquele quadro, em sua história... e me vi ajudando Picasso em cada obra.


Havia momentos em que parecia que estávamos mesmo conversando. Nós dois fizemos muitas coisas. E o livro, infelizmente, terminou, adorei lê-lo e adorei também o encontro que ele me proporcionou.


Texto do aluno Iury Magalhães da turma 62

EU E MARIO QUINTANA


Numa noite dessas, tive um sonho muito louco, eu estava numa livraria gigante, olhando corredor por corredor. Dei de cara com Mario Quintana, fui falar com ele. Ele me mostrou vários livros dele e de outros escritores.


Quintana me perguntou se eu gostava de ler, eu respondi que não, pois não tinha "saco" para ficar vários dias lendo. Ele me perguntou se alguma vez eu já tinha tentado ler um livro, eu disse que não. Quintana me deu um livro de sua autoria, disse que eu iria gostar, que eu teria paciência para lê-lo.


Fui para casa. No primeiro dia, eu li e gostei, o tempo passou depressa. Percebi que a leitura era uma ótima maneira de não perder tempo. Eu comecei a trocar o tempo perdido na rua pelo hábito da leitura. Estava lendo seguido, eu já lia um livro a cada dois dias, fiquei viciado em leitura.


Tudo isso aconteceu por causa de um sonho. Numa outra noite, num sonho, voltei à grande livraria para agradecer a ajuda que o poeta deu pra mim, ele me ensinou a não jogar meu tempo fora.


Texto do aluno Jonathan da turma 62

O ENCONTRO COM ELVIS


Uma certa noite, eu estava vendo "Por toda a minha vida", programa de televisão, que estava homenageando Elvis. Acabou o programa, fui dormir.




De repente, eu estava no show de Elvis, nem acreditei. Quando vi, ele me chamou no palco para me dedicar uma música, ele estava com a mão no bolso, não entendia o motivo. Fiquei muito feliz, até porque não é todo o dia que tu encontras com Elvis, e ele te chama no palco e te homenageia, não é mesmo!




Quando vi, acordei no susto, era apenas um sonho. Fui para a escola, no caminho passei pela padaria, pelo posto, a rotina de sempre. Resolvi pegar a rua do lado, caminho que nunca tinha feito, quando estava no meio do caminho, avistei um homem com a mão no bolso, aproximei-me e ele disse: "Você deve me conhecer de algum lugar, meu nome é Elvis.




Quando me aproximei mais, aquele homem sumiu, e no lugar havia um bilhete escrito: siga em paz. Quando cheguei na escola, a professora avisou que tinha um colega novo na turma. O menino se apresentou e disse que seu nome era Elvis, ele estava com a mão no bolso.




Texto da aluna Camila Neglia da turma 62

O ENCONTRO COM PEDRO ÁLVARES CABRAL





Numa noite, eu estava dormindo e sonhei que estava em um grande navio, cheio de cargas. Fui perguntando onde estava, responderam-me que eu estava num barco de Portugal, rumo à Índia. Esse barco ia buscar mercadorias. Naquele dia, ocorreu um grande temporal, que nos desviou do caminho certo. Chegamos numa terra esquisita, mas muito bonita e com pessoas estranhas.






Quando descemos, o líder foi à frente, seu nome era Pedro Álvares Cabral, ele olhava para todos os lados. Os indígenas nos receberam muito bem, nos deram muita comida, quanto mais tempo ficávamos, mais barcos chegavam e muitas trocas aconteciam com os índios.






O tempo foi passando, numa época começamos a cortar as árvores e levar para Portugal. Dias depois, fui conversar com os índios sobre o que eles achavam dos presentes, que nós, portugueses, dávamos a eles. Eles falaram que gostavam muito, só não concordavam com a nossa ação de desmatamento. Quando eu acabei de falar com os indígenas, chamaram-me para voltar para Portugal. Acordei-me e vi que estava sonhando.






Texto do aluno Gabriel da turma 62

quarta-feira, 7 de abril de 2010

SOMOS HIPERBÓLICOS, METAFÓRICOS, EUFÊMICOS, IRÔNICOS...

Sabe o que é muito legal na nossa Língua? Descobrir que muitas palavras podem ter seus signifcados alterados ou modificados. De repente, falamos algo ou escrevemos, e descobrimos que atribuimos à palavra um novo signifcado, diferente daquele dicionarizado. Esse recurso, muito comum em poemas, letras de músicas e também em propagandas, chama-se Figuras de Linguagem. Basicamente, as Figuras de Linguagem subdividem-se em três grupos: Figuras de construção, Figuras de Palavras e Figuras de Pensamento. Estamos, no momento, fixando-nos mais nas Figuras de Palavras e de Pensamento. Nas próximas aulas, estudaremos as Figuras como recurso de linguagem na letra de canção. Estou ansiosa por esse momento. Alunos, aguardo as escolhas de vocês!
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SUBSTANTIVO? ADJETIVO? VERBO? E TEM MAIS? SIM, TEM MAIS...

Agora, lembrei-me da música do compositor Gilberto Gil chamada "Rebento", que diz assim:
"Rebento
substantivo abstrato
O ato, a criação, o seu momento..."
Claro, esses são os versos iniciais da música, mas através deles já podemos ter noção da importância da Língua Portuguesa e, também, de algumas regrinhas, classes que, tantas vezes, nos incomodam.
Precisamos conhecer o básico, mais que conhecer, precisamos entender. E para o entendimento, todo material disponível é valioso. Cantarolando uma canção, lendo um jornal, vendo uma propaganda, podemos assimilar o que estudamos em aula. E foi isso que a turma 62 fez na sala, estudou um pouquinho de substantivo e adjetivo, utilizando jornal e revista. Isso é apenas uma etapa, outras virão... aos desesperados, um conselho: nunca é tarde, a aprendizagem é um exercício diário.
Estamos rodeados de substantivos, adjetivos, verbos, pronomes, numerais... E afinal, rebento é substantivo abstrato? Ou é verbo? Ou é os dois? Pesquisem! Mais um trechinho da música do Gil:
"Outras vezes rebento simplesmente
no presente do indicativo."
E aí, vamos encarar nossa Língua Portuguesa?

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